Decidi voltar ao Ventor em África e falar do início da sua caminhada africana. Como é lindo ter recordações. Já notaram que todos nós temos uma vida paralela? A de ontem e a de hoje! A de amnhã podremos ter ou não!
Então, em África à Vista, vejam como foi a partida do Ventor e seus companheiros de caminhada naquele dia lindo de Inverno, no dia 4 de Janeiro de 1968, no estuário do Tejo.
Paquete Niassa
O Ventor diz que a vida é uma beleza mesmo nos momentos difíceis.
Tantas e tantas vezes fui a este cais despedir-me de amigos que partiam. Alguns não voltaram...
ResponderEliminarObrigada pela visita ao meu Verão. Tenhamos esperança que ele venha em força para curar o mal dos nossos ossos.
ResponderEliminarOlá Ventor fiquei viajando pelos links de Ventor em Africa e vendo na minha mente o Rocha de Conde de Óbidos cheia de homens que eu na altura para mim estarem na tropa era significado de serem já homens uma vez que eu era adolescente, afinal vendo hoje era apenas crianças cheias de medo do desconhecido certamente, muitas a separarem-se da família pela primeira vez. As fotos da margem esquerda do Tejo estão lindas. As Tágides não estavam lá certamente, porque senão o Ventor as teria fotografado, elas com os peitos empurrando os barcos pelo rio fora.
ResponderEliminarNessa altura eu não sonhava que havia pessoas más que roubam meninas, felizmente sou soube que havia estas coisas já eu era mãe.
As poupas também me encantam, agora já não tenho visto os corvos só os melros me vem visitar e eu assobio ao desafio com eles.
As andorinhas este ano não quiseram ser minhas inclinas para desgosto meu.
O Charly fez-se um gatão lindo anda a dieta pois estava gordo demais e dá abracinho há dona como se fosse gente coloca uma patinha de cada lado do pescoço.
Hoje é São João gostava de estar a festejar mas não pode ser. Talvez para o ano a vida está a fugir muito rapidamente.
Beijinhos para o Quico Ventor e família.
Aldora